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Guilherme RochaDr. Guilherme Rocha
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Lentes de porcelana · Ateliê em São Paulo · desde 2012

Lentes de porcelana, esculpidas uma a uma para o seu sorriso.

Lâminas de décimos de milímetro, feitas sob medida para o formato, o tamanho e a cor que faltam no seu sorriso. O desenho é digital; a prova é na sua boca — e acontece antes de qualquer desgaste.

Dr. Guilherme RochaCirurgião-dentista · CROSP 107285
Dr. Guilherme Rocha no ateliê

À vista de todo mundo

O trabalho é publicado enquanto acontece.

O passo a passo do ateliê — o desenho, o ensaio, a porcelana saindo do forno — é postado abertamente. É por isso que quem chega aqui já viu como se faz antes de marcar.

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O que é feito aqui

Lentes de porcelana, em português claro.

Antes do ofício, o objeto. É isto que sai do ateliê — e é isto que ele não é.

O que é uma lente

Uma lâmina de porcelana de décimos de milímetro, cimentada sobre a face da frente do seu dente. Devolve formato, tamanho, alinhamento aparente e cor — e cada uma é feita para um dente só, o seu.

Para quem é indicada

Dentes desgastados pelo tempo, escurecidos e sem resposta ao clareamento, desproporcionais ao rosto, com pequenos desalinhamentos, espaços entre eles ou restaurações que mudaram de cor.

O que muda na rotina

Você come, escova e usa fio dental como sempre usou. Entra o cuidado de quem tem porcelana na boca: revisão periódica e, se você aperta ou range os dentes, uma placa para dormir.

O que você leva da avaliação

Fotografia, análise facial, a medida das suas proporções — e a resposta honesta sobre o seu caso. O orçamento é apresentado nessa mesma consulta. Nada é desgastado nesse dia.

A parte que ninguém conta

O que uma lente não é.

Não é clareamento, não é aparelho e não é resina. Não substitui tratamento de cárie ou de gengiva — se houver algo a tratar, isso vem antes, e é dito na avaliação.

E não é para todo mundo: há bocas em que o caminho é outro, e ouvir isso na primeira consulta é parte do serviço.

Macro do acabamento em lentes de porcelana

I · O ofício

Do primeiro traço à porcelana instalada: quatro tempos, e o desgaste é o último.

Você entra sabendo o que vai acontecer, em que ordem e em que momento decide. Nenhum dos quatro tempos é surpresa.

I

Ver e medir

os eixos

A primeira consulta é só para olhar. Fotografia, análise facial, medida das proporções. Nada é desgastado nesse dia.

II

Desenhar

o contorno

O sorriso é desenhado sobre o seu rosto, não sobre um modelo genérico. O que guia o traço é a sua proporção — não um formato da moda.

III

Provar

o ensaio

O desenho vira um ensaio provisório na sua boca. Você vê, fala, sorri e opina antes de qualquer decisão definitiva.

IV

Esculpir e instalar

a obra

A porcelana é cimentada peça por peça, sob isolamento. O acabamento e o polimento fecham a obra.

Se o seu caso for diferente do que está aqui, é a avaliação que responde — e ela é só para olhar.

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II · O ateliê

Tudo acontece aqui, na Nove de Julho — e sempre com o mesmo dentista.

Medir, desenhar, provar e instalar acontecem no mesmo endereço e com o mesmo profissional. Você não é passada para outra sala nem para outra equipe.

A primeira consulta acontece aqui, e é só para olhar.

Recepção do Ateliê Dr. Guilherme Rocha
A recepção do ateliê. Foto provisória do arquivo atual.
Dr. Guilherme Rocha no ateliê
Dr. Guilherme Rocha · CROSP 107285.
A placa do ateliê
A placa, na entrada. Foto provisória do arquivo atual.

Av. Nove de Julho, 3624 · Jardim Paulista, São Paulo. Segunda a sábado, 9h às 17h.

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III · A obra

Seis casos reais, e o que foi decidido em cada um.

Casos do arquivo clínico, publicados com autorização escrita. Em cada um: o que a pessoa pediu, o que foi feito e o que foi deliberadamente mantido como era.

Sorriso visto no rosto, em três quartosCROSP 107285
Prancha VI
O mesmo padrão fora do eixo frontal
Nenhum sorriso é olhado só de frente. Os caninos foram preservados como eram — o que muda o rosto de perfil é o que se decide não tocar.
Comparativo de um mesmo sorrisoantesdepoisCROSP 107285
Prancha I · antes · depois
Proporção e alinhamento da linha incisal
Ele não queria dentes brancos: queria parar de aparecer com o sorriso torto na foto dos outros. A linha incisal foi nivelada e os centrais recuperaram o comprimento — a cor mudou meio tom, e só.
Macro frontal do acabamento em lentes de porcelanaCROSP 107285
Prancha III
Borda incisal e textura de superfície
A superfície ficou com a textura do dente natural, e não polida como espelho: é o que impede a porcelana de brilhar mais que o vizinho sob flash.
Sorriso visto no rosto inteiro, de frenteCROSP 107285
Prancha II
O sorriso devolvido ao rosto
A peça é julgada aqui, e não no macro: a prova de que o trabalho ficou bom é o rosto inteiro continuar parecendo o mesmo rosto.
Segundo comparativo de um mesmo sorrisoantesdepoisCROSP 107285
Prancha IV · antes · depois
Translucidez de borda e volume do lábio
Pediu-se um sorriso mais claro. Fez-se o contrário do óbvio: as bordas ganharam translucidez, o que faz o dente parecer mais vivo e menos branco. O que estava opaco saiu; o formato ficou.
Acabamento visto em três quartosCROSP 107285
Prancha V
A transição com a gengiva, em três quartos
É neste ângulo que a lente entrega ou esconde o trabalho. A borda foi levada até onde a gengiva permitia, e nem um décimo além.

Imagem do próprio arquivo clínico, publicada com autorização escrita do paciente (TCLE). Macro de acabamento do próprio arquivo, sem identificação de paciente.

Nenhum destes sorrisos foi copiado de outro. Mande uma foto do seu e comece a conversa por ele.

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IV · Recebidos no ateliê

Sorrisos que aparecem em foto o dia inteiro.

Quem é fotografado todo dia não tem onde esconder acabamento: textura, translucidez e transição com a gengiva aparecem sob flash. É o teste mais duro que uma lente enfrenta — e é por isso que estas fotos vêm depois dos casos, e não antes.

Dr. Guilherme Rocha recebendo um convidado no ateliê

Reconhecido antes de dizer o nome, e fotografado por gente que não pediu licença.

Recebido no ateliê · I

Um sorriso que sai em foto sem aviso

Dr. Guilherme Rocha · CROSP 107285
Foto provisória. Retrato publicado com autorização de uso de imagem das pessoas retratadas.

Dr. Guilherme Rocha recebendo uma convidada no ateliê

Luz dura, lente aberta, todo dia — o regime em que nenhum acabamento aproximado sobrevive.

Recebido no ateliê · II

Um sorriso que trabalha em close

Dr. Guilherme Rocha · CROSP 107285
Foto provisória. Retrato publicado com autorização de uso de imagem das pessoas retratadas.

Dr. Guilherme Rocha recebendo um convidado no ateliê

Semana após semana, em milhares de telas que ninguém controla.

Recebido no ateliê · III

Um sorriso que aparece em foto de estranho

Dr. Guilherme Rocha · CROSP 107285
Foto provisória. Retrato publicado com autorização de uso de imagem das pessoas retratadas.

O mesmo desenho, o mesmo ensaio e a mesma porcelana — a agenda é a mesma para todo mundo.

Quero um sorriso esculpido no mesmo ateliê — abre uma conversa no WhatsApp, em nova aba

Antes de mandar mensagem

As cinco perguntas que todo mundo faz.

Respondidas aqui do mesmo jeito que são respondidas no ateliê.

Dói?

O preparo é feito com anestesia local, e a maior parte das pessoas descreve o dia como cansativo, não como dolorido. Nos dias seguintes pode haver sensibilidade a frio e calor, que costuma ceder. O que você vai sentir no seu caso é conversado na avaliação, antes de qualquer decisão.

Precisa desgastar o dente?

Depende do seu caso, e você fica sabendo antes: o desenho é ensaiado na sua boca sem desgaste nenhum, e é olhando esse ensaio que se define quanto de espaço a porcelana precisa. Quando há desgaste, ele é o menor que o caso permite — e é o último dos quatro tempos, nunca o primeiro.

Quanto tempo dura?

Porcelana não escurece com café, vinho ou cigarro como a resina escurece — o que determina a duração é a saúde da gengiva, a mordida e a manutenção. Por isso não existe prazo igual para todo mundo, e quem apertar ou ranger os dentes precisa de placa. O prognóstico do seu caso é dito na avaliação, com o que se vê na sua boca.

E se eu não gostar?

É exatamente para isso que existe o terceiro tempo. O desenho vira um ensaio provisório na sua boca: você olha no espelho, fala, sorri, mostra para quem quiser e pede ajuste. A porcelana só começa a ser esculpida depois que esse ensaio é aprovado por você.

Quanto custa?

Não existe tabela, e por isso não há preço nesta página: o número depende de quantos dentes entram, do que precisa ser tratado antes e do desenho que o seu rosto pede. O que existe é um compromisso — o orçamento do seu caso é apresentado na consulta de avaliação, na sua frente, e não depois por mensagem.

Se a sua pergunta não estava aqui, ela é respondida na avaliação — e a avaliação já sai com o orçamento.

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O convite

A avaliação já sai com o orçamento.

A consulta de avaliação é para olhar: fotografia, análise facial, medida das proporções. Nada é desgastado nesse dia — e o orçamento do seu caso é apresentado na mesma consulta, não depois, por mensagem.

Se o caminho não for o nosso, isso também se diz na primeira consulta.

A avaliação já sai com o orçamento do seu caso, na mesma consulta. Você não sai de lá sem saber o número.

Falar com o ateliê — abre uma conversa no WhatsApp, em nova aba

Atendimento direto pelo WhatsApp: (11) 91075-3437. Sem formulário, sem lista de espera.

Dr. Guilherme RochaCirurgião-dentista · CROSP 107285

Escultor de sorrisos

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